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Bosque da Barra

INFORMAÇÕES GERAIS
O Parque Arruda Câmara, mais conhecido como Bosque da Barra, é uma das áreas verdes mais visitadas da Zona Oeste, com 50 hectares. Um de seus maiores atrativos é por ser um bolsão ecológico em meio a uma área urbana. O parque possui vegetação de restinga com áreas arenosas, brejos e várzeas. A flora serve como refúgio para pássaros e pequenos animais. Possui pista para cooper, ciclovia, campo de futebol, quadra de vôlei e área para piquenique, e tudo isso ao redor de seu grande lago. Trata-se, portanto, de compartimento ecológico inscrito em uma região bastante urbanizada.

Endereço: Av. das Américas, 6.000 – Barra da Tijuca
Horário: Diariamente das 7 horas às 17 horas

CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil

 

EXPOSIÇÃO DE FOTOS – ONDE A ÁGUA ENCONTRA A TERRA

 

 

A exposição inaugurada ontem (24/07), no Centro Cultural Banco do Brasil, traz imagens que mostram uma integração muito particular da água com a terra em diversas ocasiões. A mostra ficará exposta no CCBB de 24 de julho a 14 de setembro de 2008.

 

 

INFORMAÇÕES GERAIS

 

 

Os fotógrafos brasileiros Fernando Azevedo e Leonardo Kossoy e a americana Carol Armstrong exibem suas obras na exposição Onde a Água Encontra a Terra, no Centro Cultural Banco do Brasil. Com curadoria de Paulo Herkenhoff, a mostra tem como proposta traçar o destino e integração da água com a terra, seja pelo curso natural em rios ou mares que encontram rochedos, ou a chuva que bate nas calçadas e se mistura com galhos e folhas de árvores. O público confere 53 imagens, algumas em painéis seqüenciais, da França, Grécia, Itália, Rússia, Inglaterra, Brasil e outros cenários. Na foto, Mar e Areia 4 (2006), Califórnia, Estados Unidos, de Carol Armstrong.

 

 

Local: Centro Cultural Banco do Brasil
Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro

 

Telefone: 3808-2020
Preço: Grátis.
Data: 22 de julho a 14 de setembro de 2008.
Horário(s): Terça a domingo, 10h às 21h.

Parque Lage

O QUE VALE A PENA
O Parque Lage se apresenta à feição de uma floresta natural, com um intrincado de árvores e arbustos de categorias e dimensões variadas, sem solução de continuidade em relação às faldas do Corcovado. O passeio por entre o parque é como um refúgio em meio a caótica vida urbana, e o melhor de tudo sem precisar ir muito longe, o clima do local é atenuado pela Mata Atlântica que está ao seu redor. Durante a visita não é complicado de encontrar alguns animais da fauna local. Um pouco depois da entrada principal há um aquário, que fora construído no formato de rochas, onde se pode apreciar diversas espécies de peixes, em sua maioria da fauna brasileira. Há também uma lavanderia de escravos, local um pouco sombrio, mas que retrata a história do local. Subindo um pouco nas trilhas, que são muito bem sinalizadas, pode-se enxergar uma bonita queda d’água e logo após o lago dos patos, seguindo adiante a trilha em direção à queda d’água pode-se ter uma visão mais próxima e relaxante deste que é um dos principais pontos do passeio. Uma das atividades preferidas pelos visitantes no local são os piqueniques que dão um charme ainda mais especial ao passeio. Para os que curtem um pouco mais de aventura há também um Castelinho, o qual pode ser alcançado por um caminho com um pouco de esforço onde pode-se chegar à torre do Castelinho e apreciar uma vista panorâmica do local, onde pode-se enxergar a flora à sua volta, e com um pouco mais de esforço poderá enxergar a rua Jardim Botânico.
HISTÓRICO
A área total do Parque é de 93,5 mil m². Seu primeiro proprietário, Rodrigo de Freitas Melo, vendeu-o a Antônio Martins Lage, em 1859, que o deixou por herança a seu filho, o armador Henrique Lage.A área foi desapropriada pelo Decreto nº 77.293 de 11/03/1976.
DESCRIÇÃO
O Parque Lage constitui a última arbórea contínua, entre as faldas do Corcovado e a rua Jardim Botânico. Projetado inicialmente pelo paisagista inglês John Tyndale em 1840 ao gosto dos jardins românticos, foi parcialmente reformulado, nas décadas de 1920-30 e 1930-40, principalmente o trecho à direita, quando seu proprietário, o industrial Henrique Lage, mandou edificar nova residência, em substituição à que fora de seu pai, Antônio Martins Lage. Esta casa, que tem ao centro, pátio com piscina, possui pórtico saliente na fachada principal e é completamente revestida de cantaria. Enquadra-se no período artístico denominado eclético. Os jardins que a ladeiam são organizados de forma geométrica e apresentam áreas amplas desprovidas de arborização mais exuberante, certamente resultado das obras contemporâneas da edificação da casa.
No todo e, principalmente, na área central, para a esquerda, o Parque Lage se apresenta à feição de uma floresta natural, com um intrincado de árvores e arbustos de categorias e dimensões variadas, sem solução de continuidade em relação às faldas do Corcovado. Ligando os dois portões de entrada e formando uma ampla curva, tendo ao centro a casa residencial, palmeiras imperiais dispõem-se em duas filas contínuas. Entre os atrativos do parque, podemos destacar o aquário construído em argamassa imitando rochas e troncos de árvores, as pontes, bancos e quiosques próximos ao lago que são representações construídas da natureza e a gruta, também, artística. Os caminhos de saibro levam o visitante a recantos com vasta vegetação e entremeado das construções citadas e há acesso de um mirante situado próxima a cerca de 0.50m de altura, onde há um lago conhecido como o lago dos patos. Para aqueles que trazem crianças ao parque, este dispõe de equipamentos infantis, como, balanço e escorrega e aos que desejarem participar de caminhadas ecológicas, o parque tem uma trilha aberta que atinge o Corcovado. Chafariz e bancos proporcionam ao visitante um agradável momento junto à natureza, no Parque Lage. Há também um estacionamento para cerca de 60 carros, além de banheiros (feminino e masculino). O visitante também pode apreciar os lagos e o aquário existentes no parque, cujos jardins estão à disposição dos amantes do verde e de um lugar de rara beleza.
O Parque Lage foi recuperado e reinaugurado em 24/02/2002, pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, através da Fundação Parques e Jardins, de onde foram retiradas toneladas de lixo acumuladas durante vários anos. Foi reformado o chafariz e recuperados os caminhos e trilhas que encontravam-se completamente deteriorados.
Atendendo à solicitação constante dos moradores, construiu-se nova calçada externa e uma área para o estacionamento dos visitantes.
Escultura em homenagema Tom Jobim
Numa homenagem à Tom Jobim e ao seu filho João Francisco, foi instalada uma escultura em bronze de um pintor retratando em sua tela o momento em que Tom e seu filho plantaram uma palmeira no parque. A gravura que aparece na prancheta do artista retrata uma foto do jornal O Globo, tirada em 23/09/1984. Esta iniciativa em 1984, foi feita para chamar a atenção da necessidade de recuperar este patrimônio Histórico – Cultural e natural da Cidade do Rio de Janeiro.

Categoria: Parque
Área: 52,2 hectares
Localização: Rua Jardim Botânico, nº 414
Data da Construção: 1849.
Parcialmente reformado nas décadas de 1920-30; 1930-40 e 2001-02
Autor do Projeto: John Tyndale, paisagista inglês.
TutelaSMAC / IBAMA (Co-gestão)
TombamentoProcesso nº 537-T, inscrição nº 322, Livro História, fls. 53
Data do Tombamento: 14/06/1957.
Reiterado o tombamento em 30/03/1976.

 

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